Lallybroch: Livro x Série de TV- episódio 01: The Battle Joined
12 setembro 2017

Livro x Série de TV- episódio 01: The Battle Joined


Contém spoilers do episódio e dos livros 

Terceira temporada- episódio 01: The Battle Joined

Abrindo a terceira e muito esperada temporada de Outlander, voltamos com as comparações dos episódios com os livros para ver o quão fiel tem sido a adaptação. O episódio inicial veio com um recorte não tão linear de “O Resgate no Mar”, muito possivelmente pelo fato de o primeiro episódio da segunda temporada ter puxado alguns capítulos desse terceiro livro e o fato de o terceiro romance tecer uma trança com as linhas temporais dos personagens. Eles continuaram com o mesmo raciocínio de mostrar os anos iniciais da volta de Claire em vez de pular logo para busca por Jamie em 1968 que aparece não apenas no final da segunda temporada, mas como a partir do segundo capítulo de “O Resgate no Mar”. O livro três traz grandes mudanças temporais nas linhas narrativas, as quais são: a ordem crescente temporal dos fatos que ocorrem com Jamie que se inicia em 1746, a contagem da história em ordem decrescente pelos flashbacks de Claire de sua vida com Frank e o período em que Claire, Brianna e Roger estão procurando por Jamie em 1968. Neste primeiro episódio, os roteiristas se ativeram à história de Jamie pós e durante a batalha (vale salientar que a batalha de Culloden não é narrada no livro, uma vez que Jamie não consegue se lembrar dela) e os primeiros meses de Claire após seu retorno para Frank. Assim, vou dividir a comparação entre linha temporal de Claire e a linha temporal de Jamie. O único capítulo de “O Resgate no mar” que foi diretamente adaptado neste episódio foi o primeiro : o banquete de corvos.


1746 (Jamie)



O início do primeiro capítulo do livro descreve os pensamentos de Jamie enquanto estava deitado embaixo de Black Jack Randall, semiconsciente, com a perna ferida por uma baioneta e nariz quebrado (na versão das telas, resolveram não quebrar o nariz de Jamie. Acho que possivelmente o ator iria ficar estranho com um nariz meio torto depois ou foi falta de tempo mesmo), achando que havia morrido. Esse posicionamento também aparece no começo do episódio em que junto a um monte de outros corpos encontram-se esses dois personagens antagônicos, um sobre o outro. Não é à toa que o capítulo chama-se “O banquete de corvos”, com o massacre dos escoceses, o que não faltou foi carne para eles e as imagens da série deixaram isso bem claro: a quantidade de highlanders mortos foi enorme (apesar desses pássaros não terem sido colocados no episódio).


“Enquanto se contorcia no solo, lutando contra as pregas amarrotadas e sujas de lama de seu kilt, pôde ouvir sons acima do lamento fúnebre do vento de abril; gritos distantes, gemidos e queixumes, como apelos de fantasmas. E, acima de tudo, os berros roucos dos corvos. Dezenas de corvos a julgar pelo barulho.”


Entretanto, enquanto o capítulo tem como chamariz as reflexões de Jamie sobre sua morte; o episódio foca nas imagens, expandindo o contexto ao qual o espectador/leitor teria acesso em comparação à narrativa textual, mas algo que foi extraído de lá, só que sem contar com o acréscimo de narração como aconteceu várias vezes com Claire. Enquanto Jamie está deitado em seu momento reflexivo; no livro, um corvo aparece e bica um dos olhos de Black Jack, essa era uma cena que eu queria ter visto; mas os produtores escolheram, aparentemente, não serem tão gráficos em relação a essa parte mais crua dos cadáveres. Uma mudança que apareceu no episódio foram os flashbacks de Jamie da batalha. Aos poucos enquanto deitado, a luta vai se mostrando na sua mente e para o telespectador como memórias. Vemos um encontro rápido que ele tem com Murtagh, o qual ainda está bem vivo (o padrinho de Jamie morre em Culloden nos escritos de Diana), as discussões sobre estratégia de batalha de Jamie com os outros generais, e finalmente, podemos assistir à vingança de Jamie, que mata Black Jack (no livro como ele não lembra da batalha, ele acha que o matou, muito por causa da posição em que seus corpos se encontram quando ele acorda, mas não tem certeza disso). Em “O Resgate no mar” é Jamie quem empurra o corpo de Black Jack para que não fique por cima dele; no episódio, é Rupert quem faz isso, quando encontra Jamie entre os cadáveres dos guerreiros escoceses (Rupert, que nos livros, havia morrido em A libélula no Âmbar) e o resgata, levando para uma cabana onde outros sobreviventes se encontram (no material original, Jamie é retirado do campo de batalha por quatro guerreiros highlanders entre eles Ewan Cameron e Iain MacKinnon). Quando Rupert encontra Jamie, ele está tendo uma alucinação com Claire. No capítulo, Jamie pensa sobre a esposa e faz uma oração para que ela e o bebê fiquem a salvo, mas não chega a ter alucinações neste momento. No episódio, outra mudança que ocorre é que Jamie está segurando a libélula no âmbar que Claire deixou com ele, a pedra cai quando Rupert vai carregá-lo. Obviamente, isso não ocorre no livro, uma vez que a troca de presentes do season finale nunca aconteceu lá; e sim, uma troca de cortes de faca, em que Claire fica com um J encravado na mão e Jamie com um C. 



Na cabana, os oficiais ingleses encontram os “traidores” escoceses com o intuito de executá-los por meio de fuzilamento. Originalmente, quem apresenta os soldados escoceses é Duncan MacDonald; na versão da TV, esse papel é de Rupert, que inclusive tem a fala similar a de Duncan no livro. Aos highlanders é dada a oportunidade de escrever uma carta de despedida, tanto na série de TV como no material original. No episódio Rupert (Duncan no livro) implora o perdão por dois adolescentes que se encontram lá, mas isso lhes é negado. Um dos oficiais ingleses é Lorde Melton, irmão de Jonh William Grey, menino que Jamie salva a vida quando ele invade o acampamento highlander. Como uma forma de pagar a dívida de honra de seu irmão, Lorde Melton (também conhecido por Hal), quando descobre que o soldado ruivo deitado aos seus pés com um ferimento na perna e quase morto é “Jamie, o ruivo”, coloca-o em uma carroça e envia-o para Lallybroch, acreditando que ele não resistirá aos ferimentos, ao mesmo tempo que encontra uma forma de pagar a dívida de honra da sua família. Para quem conhece a família Grey, já sabe que para eles, honra é algo de extrema importância e Hal não poderia deixar de pagar a dívida do irmão. Infelizmente, em The Battle Joined, Rupert morre fuzilado junto com os outros highlanders da cabana. Assim como no livro, quando Jamie percebe que Lorde Melton não vai matá-lo, ele pede para morrer e os soldados entendem isso como um delírio de um homem ferido. A discussão entre Melton e seu colega sobre o que fazer com Jamie no episódio é bem semelhante a do livro e Jamie finda sendo levado em uma carroça para Lalllybroch onde é encontrado por sua irmã Jenny e seu cunhado Ian. O capítulo é concluído ainda na conversa entre os soldados, não chegando a descrever a chegada de Jamie ao seu lar.


-1948 (Claire)


A história de Claire como foi contada neste episódio não aparece em “O Resgate no Mar”. A linha temporal dela de sua vida com Frank existe, descrita por meio de flashbacks, mas as suas lembranças não são essas que apareceram no episódio. Claro, que o leitor sabe que ela se muda para Boston com Frank, mas suas memórias passam a ser descritas em sua maioria após o nascimento de Bree. Em sua primeira aparição em The Battle Joined, Claire e Frank estão escolhendo uma casa para morar em Boston, quando Claire comenta “todo esse espaço só para nós dois?” e ele lhe responde “logo seremos três”, em referência ao bebê que ela espera. Claire faz uma cara que eu só consegui interpretar como no mínimo um ressentimento (parece que Frank está mais empolgado com o bebê do que ela), o que me lembrou de suas palavras para Brianna em “A Líbelula no âmbar”, quando ela conta para filha sobre quem era seu pai biológico.




“- Foi uma gravidez de risco, novamente, e um parto perigoso. Se eu tivesse arriscado ter a criança lá, provavelmente nós duas teríamos morrido. — Ela falava diretamente para sua filha, como se estivessem sozinhas na sala. Roger, acordando lentamente do fascínio do passado, sentiu-se um intruso.
— A verdade, portanto, toda ela. Eu não suportava deixá-lo — Claire disse calmamente. — Nem mesmo por você... eu a odiei um pouco, antes de você nascer, porque foi por sua causa que ele me fez partir. Eu não me importava de morrer... não com ele. Mas ter que continuar vivendo, sem ele... ele tinha razão, eu fiquei com a pior parte do trato. Mas eu o cumpri, porque o amava. E sobrevivemos, você e eu, porque ele a amava.
Brianna não se mexeu; não tirou os olhos do rosto de sua mãe. Somente seus lábios se moveram, rigidamente, como se não estivessem acostumados a falar.
— Por quanto tempo... você me odiou?
Os olhos dourados encontraram-se com os azuis, inocentes e implacáveis como os olhos de um falcão.
— Até você nascer. Quando a segurei nos braços, amamentei-a e a vi olhar para mim com os olhos de seu pai.”


Realmente analisando este trecho do livro, e comparando a cena inicial de ela e Frank na casa em Boston quando o bebê é mencionado com a cena que aparece próximo ao final do episódio em que Claire segura a filha nos braços pela primeira vez, percebe-se o contraste entre os sentimentos dela. 


Após comprarem a casa de Boston, há um pequeno salto no tempo, mostrando a gravidez de Claire mais avançada e sua capacidade de se adaptar que está sempre com ela. Quando não consegue acender o fogão, Claire resolve fazer o almoço na lareira e em uma conversa com a sua nova amiga, fica bem caracterizado o papel das mulheres nos anos quarenta/cinquenta: esposa e mãe; bela, recatada e do lar; uma bonita boneca a ser exibida pelos maridos. Lembro que em uma entrevista Diana comentou que a identidade de Claire quando estava com Frank era ser sua esposa, enquanto com Jamie, ela era mais. Era a curandeira, a bruxa, a fora da lei, era sua esposa também? Sim, mas não se resumia a isso. Percebe-se que o sofrimento dela no século XX não é apenas pela perda de Jamie como seu amor, mas quem ela se tornou quando estava com ele. Ela sai de um contexto de sobrevivência, onde suas atitudes e seu conhecimento eram essenciais para ajudar a salvar vidas, em que era vista com um respeito (e também medo) por sua sabedoria e é jogada no dia-a-dia de uma dona de casa dos anos cinquenta, algo que ela não apenas não foi educada para ser, mas como também não se encaixa em sua nova identidade encontrada. Para quem leu a resenha de “O Resgate no Mar” e/ou o artigo sobre os temas dos livros, deve lembrar-se que Diana define o terceiro livro em uma palavra: identidade. O que é fácil de perceber ao longo da narrativa é que Jamie vai perdendo sua identidade com o passar dos anos e volta a reconstruí-la quando se une novamente a Claire. Eu poderia dizer que algo semelhante acontece com ela, mas não completamente igual. Ela perde a sua identidade que havia construído quando estava com Jamie, mas é capaz de criar uma nova quando busca virar cirurgiã. Ela deixa de ser apenas a esposa de Frank para ser a mãe de Brianna e a Dra. Randall, mas o firmamento dessa identidade só é consolidado quando ela reencontra Jamie. Eles fazem parte um do outro. 



Prosseguindo no episódio, Frank leva Claire para conhecer seu chefe, que é um misógino egocêntrico que fica extremamente incomodado com as opiniões políticas de Claire, afinal ele não queria mostrar inferioridade de conhecimento perante uma mulher. Não apenas isso, mas afirma que se Frank não tomar conta do que Claire lê daqui a pouco ela estará defendendo que mulheres possam estudar direito em Harvard. Com isso, Claire acrescenta que há três anos, foi permitido o ingresso de mulheres na universidade de medicina de Harvard. O reitor da universidade desdenha, mas quando Frank comenta que Claire já foi uma enfermeira nas linhas de frente durante a guerra, o chefe dá uma cortada na conversa falando sobre a iminente maternidade de Claire, dando a entender que basicamente este era o único objetivo e meio de realização e felicidade para as mulheres. Uma coisa que me chamou atenção neste momento foi o contraste de Claire com a outra esposa que aparece na cena. A outra não fala, não se mexe e em sua apatia olha para o nada como se esforçasse ao máximo para ser uma estátua, um objeto de exibição. Exatamente o que a amiga de Claire havia mencionado. Dentre as cenas na casa, há uma conversa de Claire com Frank sobre pedir cidadania americana. Honestamente, isso foi bem estranho. Não entendi a inclusão dessa discussão a não ser talvez para mostrar os ciúmes de Frank, a dificuldade de Claire de deixa-lo participar da gestação e para iniciar uma briga, mas sei lá, poderia ter se colocado um assunto mais plausível. Claire nunca teve problema com ser inglesa (apesar de mais na frente, quando ela e sua família estão morando nas treze colônias, ela “luta” do lado rebelde na guerra da independência, mas isso era 1) uma forma de defender suas terras; 2) estar do lado vencedor- dessa vez- já que como sempre ela sabia do resultado final). Inclusive há um trecho em Ecos do futuro (sétimo livro), em que Claire demonstra um senso de patriotismo inglês no período da organização da guerra da independência:



“Um navio de guerra britânico estava ancorado ao largo e a visão da bandeira britânica tremulando de seu mastro me deu uma sensação peculiarmente paradoxal de orgulho e inquietação. O orgulho era um reflexo. Eu fora inglesa toda a minha vida. Eu servira a Grã-Bretanha em hospitais, em campos de batalha - no dever e com honra - e vira muitos dos meus compatriotas, homens e mulheres, morrerem nesse mesmo serviço. Apesar de o Union Jack que eu via agora ser ligeiramente diferente no desenho daquele com que eu convivera, era inquestionavelmente o mesmo pavilhão, e senti o mesmo alento instintivo ao vê-lo. Ao mesmo tempo, eu tinha plena consciência da ameaça que aquela bandeira representava agora para mim e os meus.”

Por mais americana que Claire se torne anos mais na frente, isso ocorre como resultado de mais de duas décadas vivendo em um país, com filha e netos americanos, e quando ela e Jamie passam a ser donos de terras, mesmo assim sua identidade como inglesa não morre. Não entendi por que mencionar uma cidadania americana a essa altura. Talvez os roteiristas entendam que ela tenha adquirido desprezo pelos ingleses após Culloden? Ou foi só a primeira ideia para uma discussão entre ela e Frank que apareceu? A partir da discussão, Frank decide entrar em contato novamente com o Reverendo Wakefield para pesquisar sobre Jamie. Enquanto ele escreve a carta, a bolsa de Claire estoura. E agora vamos para uma parte que me incomodou e foi uma mudança que eu também não vi sentido: o parto. O nascimento de Brianna não é algo que aparece como lembrança de Claire no terceiro livro, mas ela conta para Jamie em Tambores de Outono. Uma das coisas que ela menciona é que apesar de existirem anestesias que faziam com que as mulheres não sentissem dor, ela escolheu parir sem nenhuma intervenção química. Ela tinha medo de morrer, por isso queria estar alerta durante o parto.



“Mas sei a que horas Brianna nasceu –acrescentei, mais alegremente-. Ela nasceu às três e três minutos da madrugada. Havia um enorme relógio na parede da sala de parto, e eu vi.

Apesar da luz fraca, pude ver claramente o ar de surpresa em seu rosto

- Você estava acordada? Achei que você tinha me dito que as mulheres são anestesiadas para que não sentir a dor.
-A maioria era na época. Mas não quis que me dessem nada. (...)
-E por que não? –Ele perguntou, incrédulo-. Nunca vi uma mulher dar à luz, mas já ouvi mais de uma vez, garanto-lhe. E não posso entender por que uma mulher alguém em sã consciência faria isso, se houvesse escolha.
-Bem... -Fiz uma pausa, não querendo parecer melodramática. Mas era a verdade.- Bem- eu disse , um pouco desafiadoramente.- Eu achei que ira morrer e não queria morrer dormindo.”

Assim, apesar da cena do parto aparecer em um dos livros, ela não ocorreu como mostrada no episódio. No episódio, ela recusa anestesia, mas lhe é dada contra a sua vontade. Será que fizeram essa mudança para mostrar que naquela época mulher não tinha direito à decisão própria nem na hora de parir? No final, Brianna representa um novo começo para Claire e Frank, mas o fantasma de Jamie sempre vai pairar entre eles. O cabelinho ruivo dela mostrado pela enfermeira é o primeiro lembrete de quem é seu pai.


As palmas desse episódio vão para o Sam. Não é fácil atuar meramente com expressões faciais e ele desde a primeira temporada provou que é muito bom nisso. Toda a sua dor foi transmitida em essência apenas com a movimentação dos seus olhos, quando estava semiconsciente no campo de batalha de Culloden e na cabana. Até o próximo episódio ;)



Por Tuísa Sampaio

Comentários via Facebook

10 comentários:

  1. Tuisa, essas tuas resenhas são bálsamo para os meus olhos e para a minha alma de leitora e fã da série!!! Ouso palpitar que a ideia da Claire querendo cidadania americana seja, realmente, uma menção a que ela teria ficado sem orgulho de ser inglesa pelo que os ingleses fazem aos jacobitas o que não passou "batido" pelo Frank, a meu ver é daí se deu a discussão. E, cá entre nós, uma puxação de saco nos americanos, tão importantes para a audiência da série!! :)

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Sim! Os americanos em geral são patrióticos até demais pro meu gosto.

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  2. Achei plausível todas essas observações

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  3. Oi _Tuisa! Li a resenha do último episódio e gostei.. resolvi ler desde o 1o.. mas uma coisa me incomodou.. às vezes vc apresenta spoilers do que vem pela frente! Como quando a Clair conta para Jaime como foi o parto... se vai aparecer na série ou não eu sei... mas não deixa de ser um spoiler.. ou que ela tomara partido na guerra da independência.. enfim... me faz pensar se leio ou não mais resenhas...

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    1. Oi, Marina, a partir do segundo episódio coloquei o aviso de spoilers informando que há spoilers dos livros também. A ideia dessas resenhas é fazer uma comparação com o material original, relacionando não apenas o livro que está sendo adaptado mas também se determinada ação ou mudança está coerente com o universo criado com a autora (além disso, às vezes eles colocam cenas dos outros romances que não é o que está sendo adaptado). Eu procuro escrever o que eu gosto de ler, então tento trazer algo que mesmo que apareça mais à frente nos livros seja elucidativo para o que está no presente ou talvez explique ou permita a reflexão sobre as escolhas da produção da série. A decisão de ler as resenhas é sua, mas elas podem conter spoilers dos livros seguintes. ;)

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  4. Eu adoro suas resenhas. Não tenho problema algum com fatos futuros. Não os considero spoiler mas sim uma explicação do universo dos livros. Você está de parabéns! Procurei pelo site comparação entre os episódios e o primeiro livro mas não encontrei. Você tem interesse em escrever algum dia? Adoraria ler a sua visão sobre a adaptação da temporada de abertura.

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    1. Obrigada, Lilliam!A ideia de fazer as resenhas comparativas surgiu na segunda temporada, por isso não existe a da primeira no blog. Eu penso em fazer a da primeira temporada, mas preciso de tempo. Tenho que escrever em um período em que não esteja passando episódios (já que enquanto a série está sendo transmitida, eu estou fazendo as resenhas da temporada referente) :D

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